Wearables: será que esta moda pega?

Publicado em 28 de janeiro de 2014 por Elievelton Da Silva 


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Se você acompanha as notícias diariamente aqui no Tecmundo, certamente já deve ter se deparado com os termos “wearable technology” ou “tecnologias vestíveis”. A tradução direta para o português pode até parecer um pouco limitada ou estranha, uma vez que a categoria ainda está expandindo os seus horizontes. Entretanto, no que depender da indústria, os investimentos nesse segmento só tendem a aumentar.

Durante a CES 2014, maior feira de eletrônicos do mundo, realizada no início deste mês em Las Vegas, nos Estados Unidos, praticamente todas as grandes empresas do mercado apostaram em novidades “usáveis” para os consumidores. Pulseiras, braceletes, relógios, óculos, anéis, trajes e dispositivos que podem ser facilmente acoplados ao corpo estão entre as novidades.

Wearable technology: vista essa ideia

IntelQualcommSamsungLGSony… A lista de grandes empresas que trouxeram novidades nesse segmento é enorme. Além disso, some a essas companhias um grande número de pequenas indústrias, preocupadas em encontrar finalidades ainda mais específicas para os microchips desenvolvidos.

Wearables: será que esta moda pega? (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

O resultado disso é uma anunciada explosão na variedade de dispositivos, possibilidades múltiplas que nem mesmo a indústria conhece ao certo. Os itens mais óbvios, não coincidentemente, são os primeiros a chegar ao mercado: relógios, pulseiras e óculos agora contam com processadores próprios e podem se integrar com facilidade a smartphones e tablets.

No campo dos relógios inteligentes, Sony e Samsung saíram na frente colocando no mercado o SmartWatch 2 e o Galaxy Gear. Embora ainda não tenham caído no gosto dos consumidores, os dispositivos ampliam as possibilidades de uso da tecnologia. Receber notificações de email, acessar o Twitter ou até mesmo posts do Facebook são apenas algumas das possibilidades.

Não tão novas assim, as pulseiras inteligentes encontraram outra maneira de auxiliar os consumidores: monitorando a sua saúde. É o caso da Life Band Touch, da LG, que além de controlar seu smartphone pode ainda acompanhar a sua frequência cardíaca. Os dados são transferidos para o celular via Bluetooth e, por meio de um app específico, é possível contar passos e mensurar as distâncias percorridas, a velocidade média e as calorias gastas nesse processo.

(Fonte da imagem: Divulgação/LG)

Óculos especiais: os mais surpreendentes

A categoria que, ao menos no momento, pode ser considerada a “top de linha” entre os gadgets vestíveis é a dos óculos especiais. O aguardado Google Glass, disponível de forma limitada nos Estados Unidos, aos poucos foi deixando de ser o centro das atenções para dar lugar a outro modelo que, evento após evento, tem conquistado o público.

Hoje, uma das grandes apostas da indústria de entretenimento atende pelo nome de Oculus Rift. Bastam alguns minutos utilizando um deles para que você sinta uma experiência de imersão, especialmente em jogos, que muito provavelmente nenhum outro gadget foi capaz de proporcionar até então.

O produto deve desembarcar com força no mercado norte-americano ainda neste ano, ampliando suas possibilidades e ganhando novos recursos vindos de desenvolvedores independentes.

A internet das coisas e o futuro dos wearables

Uma das novidades apresentadas pela Intel durante a CES 2014 pode ser um dos principais itens da próxima geração de gadgets. O minicomputador Edison, por exemplo, que tem o mesmo tamanho de um cartão SD, pode ser um dos pilares para a criação de novos dispositivos vestíveis.

A empresa será responsável ainda por abrir um concurso, chamado “Make It Wearable”, convidando a todos para sugerirem ideias de possíveis aparelhos vestíveis que possam ser criados utilizando as tecnologias da Intel. Inicialmente está claro para a indústria que não existe demanda no mercado para esses produtos. Entretanto, a ideia é encontrar ocasiões em que eles sejam necessários e possam mudar a maneira como você se relaciona com um eletrônico.

Por isso, em um primeiro momento, pode não fazer sentido para você que as grandes empresas apostem tanto em algo que hoje nós ainda não precisamos. Porém, não duvide da capacidade de criarmos novas necessidades e, é claro, tornar sempre mais fáceis e práticas as atividades do dia a dia.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/tecnologia/49699-wearables-sera-que-esta-moda-pega-.htm#ixzz2rjlOTx4N

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Comentários

Um Comentário para “Wearables: será que esta moda pega?”
  1. Karyna disse:

    Creio que nosso futuro, se é que haverá um, será realmente esse que é representado pela "internet das coisas".
    Um mundo de objetos inteligentes em substituição a pessoas inteligentes!

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